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Resenha: O Príncipe Leopardo

Livro: O Príncipe Leopardo
Autora: Elizabeth Hoyt
Editora: Record
Rating: [rating=3]
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+ Exemplar cedido pela editora para resenha


Sinopse

A única coisa que uma dama jamais deve fazer…
Lady Georgina Maitland não quer um marido, embora ela pudesse ter um bom administrador para cuidar de suas propriedades. Ao pôr os olhos em Harry Pye, Georgina percebeu que não estava lidando apenas com um criado, mas com um homem.

É se apaixonar…
Harry conheceu muitos aristocratas — incluindo um nobre que é seu inimigo mortal. Mas nunca conheceu uma dama tão independente, desinibida e ansiosa para estar em seus braços.

Por um criado.
Ainda assim, é impossível ter um relacionamento discreto quando ovelhas envenenadas, aldeões assassinados e um magistrado furioso tumultuam o condado. Os habitantes culpam Harry por tudo. Enquanto tenta sobreviver em meio à desconfiança e manter o pescoço de Harry longe da forca… Georgina não quer perder outra noite de amor.


Capa & Diagramação

É muito agradável ficar olhando para a capa desse livro. Ainda mais quando ele se junta com os outros da trilogia. Apesar de não gostar muito da foto do entro (tem muita cara de romance de banca) eu adoro todos os adornos, cores e fontes da capa.

Personagens, Enredo & Impressões gerais

Romances épicos picantes não são muito a minha praia. Gosto mais dos romances no estilo Jane Austen e Emily Brontë mas acabo lendo os picantes pois é um tipo de leitura leve, ótima para intercalar entre outras leituras mais densas.

Eu já li várias romances épicos de várias autoras diferentes mas nenhum me fez esquecer a tonelada de clichês que rodeiam esses livros e me divertir tanto como os romances da Elizabeth Hoyt. Acho que dentre as autoras do gênero atualmente ela é a que ousa mais e segue menos aquela fórmula pronta e previsível que eu já li algumas vezes.

“Quando descobrira que o proprietário das várias terras que administraria era uma mulher, Harry ficara surpreso. Mulheres, em geral, não eram donas de terras. Normalmente, quando uma mulher possuía uma propriedade, havia um homem – filho, um marido ou um irmão – por trás de tudo, o verdadeiro mandante, a pessoa que decidiria como as terras seriam administradas. Mas, embora Lady Georgina tivesse três irmãos, era a própria dama que estava no controle.”

Elizabeth Hoyt se destaque na escrita desse gênero literário pois consegue mesclar muito bem um romance apimentado com suspense e dramas familiares. É a mesma fórmula do livro anterior, O Príncipe Corvo, mas explorada de uma maneira bem diferente.

Lembrando que apesar de ser uma trilogia você pode ler os livros de forma independente. O trio de livros carrega uma unidade quanto ao estilo de desenvolvimento da história, capas e títulos mas não dependem uns dos outros no desenvolvimento da história.

A densidade que a autora dá aos personagens é o meu aspecto favorito nos livros dela. Seus personagens nunca são rasos e o leitor descobre mais sobre eles no momentos certos para que vá se apaixonando aos poucos (até pelos “vilões”).

Foi a primeira vez em que li um romance que o casal era formado por uma aristocrata e um plebeu. O contrário já foi muito explorado na literatura e no cinema mas nunca li nada em que o papeis sociais estivessem invertidos.

Acabei não solicitando o terceiro volume (O Príncipe Serpente) porque fiquei mais interessada em outros lançamentos da editora. Confesso que depois de ler o segundo volume me bateu aquele arrependimento de não ter pedido o terceiro. Mas ele já está na minha wishlist! Além de valer a pena ler eu quero ter essas belezuras combinando na minha estante. Essas capas são bonitas demais!

Levando em consideração que esse não é meu gênero literário favorito, Hoyt fez um ótimo trabalho e conseguiu me entreter bastante. É uma leitura para quando você não sabe direito o que quer ler ou quer descansar a mente. Não é nada profundo ou arrebatador, é apenas divertido. Mas caso você já goste desse gênero vai curtir bastante essa leitura!

Pontos positivos: leitura leve e divertida para quem gosta do gênero.
Pontos negativos: não é o tipo de livro muito significativo ou que vá te arrebatar.

Viciada em farinha láctea, cartões postais, livros e tenho um amor infinito por animais. Pretendo conhecer toda a Europa em breve e, às vezes, gosto de me aventurar na cozinha.

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