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Resenha: Vinte Garotos no Verão

Resenha: Vinte Garotos no Verão

Livro: Vinte Garotos no Verão
Autor: Sarah Ockler
Editora: Novo Conceito
Rating: [rating=3]
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Goodreads


Sinopse
Segundo a melhor amiga de Anna, Frankie, vinte dias na praia é a oportunidade perfeita para fazer algumas loucuras. Se elas conhecessem um menino por dia, haveria uma boa chance de Anna viver o seu primeiro amor de verão. Ana aceita entrar na brincadeira, mas há algo que ela não contou a Frankie – ela já teve o seu amor, e ele era o irmão mais velho da própria Frankie, Matt. Um pouco antes de ele morrer tragicamente. Este livro honesto e emocionado fala sobre o significado de amar alguém, sobre o luto, e, especialmente, sobre aproveitar ao máximo cada momento que este mundo nos oferecer. “Sarah traz uma visão delicada sobre o gosto salgado das ondas do mar e o frio na barriga que a gente sente antes do primeiro beijo, enquanto fala sobre os sentimentos que envolvem a amizade, a família e os amores que são vividos” – Lisa Ann Sandell, autora de The Weight of the Sky e Song of the Sparrow.


Capa & Diagramação

Eu cobiçava esse livro na época que ele foi lançado na gringa porque o título e a a capa haviam chamado muito minha atenção. Eu fiquei mega feliz quando descobri que a Novo Conceito conservou a capa original porque além de ser linda e simples tá na cara que tem algum significado que se entrelaça com a história.

Não gostei muito do desenho que foi inserido no início de cada capítulo porém no mais o projeto gráfico me agrada.

Resenha: Vinte Garotos no Verão

Personagens, Enredo & Impressões gerais

Eu tinha mil razões pelas quais eu queria ler esse livro LOGO! Acabei demorando mas eu passei ele na frente de um monte de outros livros que quero muito ler também.

Já ouvi sobre ele nos canais das youtubers gringas, já ouvi sobre ele no Goodreads e, por fim, ouvi comentários muito bons da Ju Oliveto numa edição da Caixinha de Correio do mês em que a Novo Conceito lançou o livro.

Eu tinha expectativas bem altas pois, além dos comentários, a sinopse é bem interessante. Achei que o livro se destacaria dos demais do gênero pois misturaria um young adult divertido com um assunto mais pesado que é a perda de um irmão/filho/namorado.

Contudo eu não consegui embarcar no sentimento de perda de Anna. O mais próximo que cheguei de me sentir triste pela perda foi com relação a mãe de Matt. E nem sei se foi pela escrita da Sarah Ockler. Acho que foi mais pela dor que eu imagino que uma mãe sinta ao perder seu filho.

Daí para frente (estou sendo bem vaga para não dar spoilers hehehe!) eu realmente não me senti cativada pelas inseguranças, pelos amores e dúvidas de Anna. E para completar não curti mesmo (juro que tentei!) a melhor amiga Frankie. Ela me pareceu uma personagem bem comum dessas histórias, a típica garota americana que se mostra de um jeito para os pais mas que na verdade, ao sair de casa, veste roupas curtas, usa mais maquiagem que deveria e se oferece aos meninos. Já vi essa personagem várias vezes e Frankie não me pareceu ter nenhum diferencial.

“Na verdade, as coisas não vão embora. Elas se transformam em algo diferente. Em algo mais bonito.”

Apesar de ser um livro muito bom ficou muito aquém do que eu esperava pois se mostrou apenas mais um young adult de verão sema profundida e o impacto que prometia ter.

Acho que eu não curti muito pois não consegui me identificar com nenhuma das personagens e nenhuma das situações contadas. E acho que é justamente por haver esse tipo de identificação que muitas pessoas amam esse livro. A identificação é um pequeno fator que altera completamente a visão que o leitor tem sobre o livro. Por isso temos opiniões tão diferentes por aí. Já cansei de ver comentários negativos sobre livros que eu considero eu considero obras primas. Mundo louco, né?

Você vai gostar se: romances de verão, young adult.
Não leia se não gosta de: praia, luto.
Ideias centrais: viagem, Califórnia, romance adolescente, luto.

Gosto de cartões postais, livros e tenho um amor infinito por animais. Pretendo conhecer toda a Europa em breve e, às vezes, gosto de me aventurar na cozinha.

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