Resenha: Lola e o Garoto da Casa ao Lado

Livro: Lola e o Garoto da Casa ao Lado
Autora: Stephanie Perkins
Editora: Novo Conceito
Rating: [rating=5]
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Sinopse
A designer-revelação Lola Nolan não acredita em moda… ela acredita em trajes. Quanto mais expressiva for a roupa — mais brilhante, mais divertida, mais selvagem — melhor. Mas apesar de o estilo de Lola ser ultrajante, ela é uma filha e amiga dedicada com grandes planos para o futuro. E tudo está muito perfeito (até mesmo com seu namorado roqueiro gostoso) até os gêmeos Bell, Calliope e Cricket, voltarem ao seu bairro. Quando Cricket — um inventor habilidoso — sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela finalmente precisa conciliar uma vida de sentimentos pelo garoto da porta ao lado.

 

Como falei em alguns posts anteriores acho a tarefa de resenhar livros que eu gosto muito bem difícil! Acho complicado me expressar em palavras o quanto gostei e como me senti lendo.

Achei interessante o fato de várias pessoas terem preferido ‘Lola e o Garoto da Casa ao Lado’ a ‘Anna e o Beijo Francês’. A escrita de Stephanie é apaixonante em ambos e acho que essa escolha tem mais a ver com características pessoais mesmo. Apesar da temática e o casal de Lola serem apaixonantes me identifico e gosto mais da temática de Anna (Paris né gente?!).

E sabe o que é legal? O St. Clair e a Anna aparecem bastante nesse livro! É tão legal poder saber o que acontece com os dois depois do final de ‘Anna e o Beijo Francês’. E não é só por aparecer não! Eles realmente fazem parte da história.

A personagem da Lola tem hábitos fashion bem incomuns já que ela gosta de se fantasiar todos os dias e procura não repetir roupas. O garoto da casa ao lado, Cricket Bell é nerd, tem manias fofas de anotar coisas que não pode  esquecer nas costas da mão e usar pulseiras. O namorado rocker é super real, sexy e é problema na certa. E os pais de Lola são um casal de homossexuais. Parece muita coisa diferente mas tudo isso se encaixa de forma muito harmoniosa no livro com uma escrita tão agradável que quem lê reconhece e gosta instantaneamente.

O fluxo de leitura é bem legal mas achei o final um pouco corrido. Não foi at all o final que eu considero o mais legal para os personagens mas fazer o que né? Não se pode ter tudo o que quer hehehe!

Muito indicado! Quase entrou para a listinha de favoritos.

Vi em alguns blogs os atores mais parecidos com as descrições do Cricket. O meu Cricket se parece bastante com o George Craig, vocalista da banda One Night Only.

Altura de 1,85m? Check!
Usa calça skinny? Check!
Usa pulseiras? Check!

É ele gente! Num visual mais nerd e menos rocker mas é ele hehehe!

By Evelyn

Viciada em farinha láctea, cartões postais, livros e tenho um amor infinito por animais. Pretendo conhecer toda a Europa em breve e, às vezes, gosto de me aventurar na cozinha.

9 comments

  1. Meu cricket é meio diferente. Mas não consigo pensar em ninguém real parecido com ele… Adorei Lola, principalmente a fixação dela com a Maria Antonieta hahaha mas ninguém barra anna e etienne, né?

    1. Era engraçado imaginar ela saindo de casa, indo pra escola e etc com aquelas roupas hehehe!
      Imagina ela entrando com aquele vestido enorme de Maria Antonieta na festa?!

  2. Oi Evelyn, eu gosto dessas resenhas mais simples e objetivas (apesar de nunca escrever assim, sempre tenho tanto pra falar) ;)
    Eu tenho Anna e ainda não li, mas fiquei curiosa por Lola.

    Beijos

  3. oie evelyn, tudo bom?
    terminei de ler “anna e o beijo francês” recentemente e estou louca para ler este também. sério que a anna e o étienne (porque eu sou íntima já!) aparecem neste livro também? que legal… >.<
    enfim… quero ver se compro logo para poder ler também!
    e depois quero ver com quem o cricket se parece! ;)
    beijo, beijo!

  4. Quando você comentou dos personagens do livro anterior que fazem participação nesse me lembrei, na mesma hora, dos livros da Marian Keyes e vi que você já leu. É muito bom, né? É o tipo de livro, que hoje em dia, eu leio mais como guilty pleasure.

    E eu gosto muito de que o background da história seja mais “real”. Fica bem mais interessante!

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