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Resenha: Me and Earl and the Dying Girl

By August 23, 2015 livros

Resenha: Me and Earl and the Dying Girl

Livro: Me and Earl and the Dying Girl (Eu, Você e a Garota que Vai Morrer)
Autor: Jesse Andrews
Editora: Amulet Books (no Brasil Editora Rocco)
Rating:
Skoob
Goodreads


Sinopse
Livro que deu origem ao filme vencedor do Festival Sundance 2015, nas categorias Público e Crítica, com estreia marcada para 12 de junho nos EUA, Eu, você e a garota que vai morrer é uma mistura perfeita entre drama e humor e um retrato preciso da adolescência em face do amadurecimento. Na trama, Greg tem apenas um amigo, Earl, com quem passa o tempo livre jogando videogame e (re)criando versões bastante pessoais de clássicos do cinema, até a sua mãe decidir que ele deve se aproximar de Raquel, colega de turma que sofre de leucemia. Contrariando todas as expectativas, os três se tornam amigos e vivem experiências ao mesmo tempo tocantes e hilárias, narradas com incrível talento e sensibilidade. Crossover com enorme potencial no segmento young adult, o romance é perfeito para fãs de livros e filmes como A culpa é das estrelas e As vantagens de ser invisível.


Capa & Diagramação

A minha versão é a econômica lançada pela Amulet Books nos Estados Unidos. Foi uma solicitação de troca pelo Skoob e mesmo depois eu ter lido a capa não está gasta nem deformada. Ela tem um acabamento ligeiramente áspero.

A arte da capa é Linda, estranha, engraçada e singular exatamente como o conteúdo do livro! A diagramação interna é ótima pois é bem espaçada e confortável de ler.

Resenha: Me and Earl and the Dying Girl

Personagens, Enredo & Impressões gerais

Meu interesse em ler esse livro foi despertado pela Raeleen do canal PadfootandProngs07 que eu sigo há bastante tempo. Em 2014 ela falou bastante desse livro que se tornou um dos favoritos dela.

A sinopse parecia legal mas fui adiando a leitura porque eu tenho que apaixonar demais com um livro para comprar a versão em inglês que é bem mais cara. Por isso, fiquei hiper feliz quando vi que ele seria lançado aqui no Brasil.

Resenha: Me and Earl and the Dying Girl

Nesse meio tempo assisti, o trailer que gostei mas não achei nada fabuloso, e a vontade foi esfriando. Eu tinha até esquecido que o tinha adicionado na minha lista de desejos do Skoob. Adicionei na época em que nem tinha sido lançado aqui no Brasil e, por isso, fiquei muito surpresa quando vi que estava disponível uma versão para troca em inglês! Solicitei já que eu ainda tinha vontade de ler que aumentou ainda mais com a possibilidade de lê-lo em inglês. Eu não tenho muitas oportunidades de treinar meu inglês no dia a dia portanto as leituras são minha principal forma de canalizar essa prática.

Foi o último livro que li durante a Maratona Literária de Inverno 2015 e eu já estava um pouco cansada. Porém, Me and Earl and the Dying Girl foi a escolha perfeita pois é leve, rápido e divertido. Mesmo tratando de um assunto tão delicado o autor escolha focar a história em outros vários aspectos.

Resenha: Me and Earl and the Dying Girl

Apesar de ter seus momentos emocionantes, eles são contados com um certo humor e tanta sinceridade e naturalidade que demorei a perceber que tais momentos períodos delicados da trama.

É impossível não se sentir cativado e próximo do personagem de Greg pois ele é muito sincero e conversa com o leitor o tempo inteiro. Earl por outro lado não me cativou. Até tentei mas não consegui gostar dele apesar de enxergar toda a diferença que sua vida e suas perspectivas acrescentam à Greg.

“É uma verdade universalmente reconhecida que o colégio é uma droga. Pra falar a verdade, o colégio é o local onde nós somos apresentados, pela primeira vez, à pergunta existencial básica na vida: como é possível existir num lugar tão bosta?”

Eu não consegui me decidir se queria que o autor se aprofundasse mais na história de Rachel ou não. Senti que eu estava muito próximo de gostar da personagem mas o livro quase não a inclui no enredo. Um pouco mais dela traria à história mais drama mas talvez o livro perdesse essa singularidade de tratar de alguns assuntos de forma até debochada eu diria.

O autor escolhe focar no crescimento pessoal de Greg e o faz de forma bastante realista. Não tem romance, não tem paixões, glamour, nem finais felizes demais. São pessoas normais aprendendo com a vida, cada um do seu jeito.

Por essa e por outras razões eu diria que é um livro que vale a pena ler pois é rápido, leve e pois a escrita de Jesse Andrews é muito gostosa. Mas não vá esperando uma grande leitura e muito menos algo parecido com A Culpa é das Estrelas!

Resenha: Me and Earl and the Dying Girl

Você vai gostar se: leituras leves e divertidas.
Não leia se não gosta de: livros sem romance, falta de profundidade e drama.
Ideias centrais: leucemia, amizade, cinema, escola.

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Oi Romantics!

Teve tanta coisa legal e diferente que eu quis mostrar pra vocês as novidades de julho por vídeo.

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Maratona Literária de Inverno 2015: Conclusão

By August 9, 2015 livros

Oi Romantics!

Acabei não conseguindo gravar um vídeo de conclusão da maratona e para não atrasar mais vou contar tudo para vocês por aqui mesmo. Vou enumerar aqui o que eu li mas você pode assistir das semana #1, #2 e #3 para saber mais sobre a minha experiência nas três semanas. Se quiserem assistir o vídeo da minha TBR vocês ver ver que eu mudei bastante coisa a partir da terceira semana hehehe!

Maratona Literária de Inverno 2015: Conclusão

Semana #1

O primeiro livro que eu li foi Correr ou Morrer e, pude confirmar o que várias pessoas me falaram, que foi uma escolha ótima para iniciar a maratona. A leitura é realmente rápida e instigante apesar de ser um livro grosso. Esse livro não tem altos e baixos. É tudo frenético e intenso o tempo todo!

Maratona Literária de Inverno 2015: Conclusão

Simultaneamente li O Oceano no Fim do Caminho e me apaixonei mais uma vez pelo Neil Gaiman. Ele me fascina e me deixa com medo ao mesmo tempo.

Maratona Literária de Inverno 2015: Conclusão

Semana #2

Como eu nunca fico em clima natalino no Natal resolvi que a melhor época para ler esse livro seria no inverno. E funcionou viu! Entrei no clima gelado e deixei as histórias me levarem. São três contos super fofos que acabam se relacionando de algumas formas. Foi uma leitura leve e agradável!

Maratona Literária de Inverno 2015: Conclusão

Durante essa semana também li Quem Poderia Ser a Uma Hora Dessas? e amei o humor leve, rápido e suave da história. Espero ler mais desse autor!

Maratona Literária de Inverno 2015: Conclusão

Semana #3

Cai um pouquinho de produção na terceira semana mas li esse livro que amei muito! Me tirou o fôlego e me prendeu por várias horas! Já postei resenha dele!

Maratona Literária de Inverno 2015: Conclusão

Semana #4

Reli meu livro preferido do John Green. Ele virou meu livro preferido nessa releitura porque da primeira vez que li foi meio conturbado (maiores explicações no vídeo da terceira semana). O final desse livro é que arrancar o coração!

Maratona Literária de Inverno 2015: Conclusão

Li também Me, Earl and the Dying Girl que foi uma leitura divertida mas foi ok. A história não tem tanta profundidade e é mais despretensiosa do que as outras histórias que tratam do mesmo tema.

Maratona Literária de Inverno 2015: Conclusão

Conclusão

    Total de livros = 7
    Total de páginas = 2.044
    Total de gente legal, diversão e blogs que conheci = 8526288946523597… <3

Amei participar, amei interagir com gente nova, conhecer blogs legais, compartilhar experiências e, acima de tudo, amei ver essa comunidade linda de amantes de livros se unir e se apoiar! Obrigada Victor!

Que venha a próxima maratona!

Maratona Literária de Inverno 2015: Conclusão

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Primeiras Impressões: Dez Coisas que Aprendi Sobre o Amor

By August 7, 2015 livros

dez_coisas

A Novo Conceito me convidou a ler os primeiros capítulos de Dez Coisas que Aprendi Sobre o Amor e como eu acho que é um livro promissor tenho que dar essa dica aqui para vocês!

O livro começa descrevendo mais os sentimentos dos personagens que a história em si. Mágoas, mal entendidos e dores passadas são revelados de pouco a pouco simultaneamente com a história de pai e filha.

Nos primeiros capítulos já pude perceber uma “obsessão” da autora por listas (me identifiquei!) já que o livro é recheado dessas que nos fazem entender um pouco mais o que se passa na cabeça de cada personagem. Senti um quê de Cecelia Ahern no modo como Sarah Butler escreve e no modo que acho que o enredo se desenvolverá.

O início nos apresenta personagens extremamente problemáticos e conflituosos e espero que, como nos livros da Cecelia, o leitor possa acompanhar o desfecho positivo dessa história, assim como o crescimento pessoal dos personagens e a resolução de seus problemas.

Juntamente com o convite, a editora pediu que eu contasse quais são as 10 coisas que eu aprendi sobre o amor.

Dez coisas que aprendi sobre o amor

1. Está presente em nós desde que nascemos.
2. Impossível viver sem ele.
3. Pode ficar meio enferrujado às vezes.
4. Requer prática diária.
5. É o que move a vida.
6. Nos faz crescer e evoluir como pessoas.
7. Desencadeia sentimentos como dor, mágoa e saudade.
8. Mas desencadeia outros sentimentos nobres como o carinho, a amizade, o respeito e a caridade.
9. Nos faz exercitar a paciência, a abdicação e o altruísmo.
10. É o ingrediente principal das minhas histórias preferidas na literatura!

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Resenha: Fragmentados

By August 1, 2015 livros

Resenha: Fragmentados

Livro: Fragmentados
Autor: Neal Shusterman
Editora: Novo Conceito
Rating:
Skoob
Goodreads


Sinopse
Em uma sociedade em que os jovens rejeitados são destinados a terem seus corpos reduzidos a pedaços, três fugitivos lutam contra o sistema que os fragmentaria .

Unidos pelo acaso e pelo desespero, esses improváveis companheiros fazem uma alucinante viagem pelo país, conscientes de que suas vidas estão em jogo. Se conseguirem sobreviver até completarem 18 anos, estarão salvos. No entanto, quando cada parte de seus corpos desde as mãos até o coração é caçada por um mundo ensandecido, 18 anos parece muito, muito longe.

O vencedor do Boston Globe-Horn Book Award, Neal Shusterman, desafia as ideias dos leitores sobre a vida: não apenas sobre onde ela começa e termina, mas sobre o que realmente significa estar vivo.


Capa & Diagramação

A capa definitivamente não faz jus ao livro! Não gosto de nada da capa mas entendo que a Novo Conceito optou por manter a capa original. O trabalho gráfico no interior é bonito e simples.

Resenha: Fragmentados

Personagens, Enredo & Impressões gerais

O que eu tenho a dizer é uau! Esse tal de Neal Shusterman me surpreendeu bonito! Acho que o fato de eu só ter ouvido falar bem à respeito desse livro mas nunca muito especificamente o que me ajudou a não criar tantas expectativas assim. Se ainda der tempo de você pegar qualquer livro na maratona essa é uma boa opção! A leitura é bem rápida e quando você percebe já leu bem mais do que esperava!

Cada capítulo é alternado por personagens diferentes o que confere uma dinâmica muito positiva à história. Para mim, apesar de ótimas construções de personagens, enredo de tirar o fôlego, intrigas, reviravoltas e surpresas, o ponto alto do livro é o ritmo. É neste quesito que o autor arremata sua excelência equilibrando de forma perfeita cenas fortes, estratégias dos personagens, construção da trama e etc.

Resenha: Fragmentados

A escrita do Neal Shusterman é espetacular e conseguiu com que eu sentisse todas as sensações que ele (eu acredito), almejava provocar no leitor. Senti agonia, indignação, alívio, esperança e muita perturbação em algumas partes. Durante uma passagem do livro achei que eu fosse colocar tudo pra fora hehehe!

“… se cada parte de você está viva, mas dentro de outra pessoa… você está vivo ou morto?”

A construção dos personagens é tão boa que gostei até dos personagens maus hehehe! Neal utilizou um recurso muito útil em cativar os leitores que é aquele esquema de que nem todo mundo é sempre mau e, claro, nem todo mundo é sempre do bem. Isso acaba fazendo com que achemos os personagens mais reais já que nos identificamos mais com eles. Até porque, quando as ações destes são bem fundamentadas e a gente entende porque cada um agiu da maneira que agiu é impossível não ser cativado.

Resenha: Fragmentados

Nas distopias que eu já li o governo impõe regras à sociedade mas no caso de Fragmentados, a sociedade compactua com as decisões cruéis do governo.

É fácil fazer uma analogia entre o enredo do livro e o comportamento da sociedade hoje. Talvez seja forçar muito a barra mas é impossível não pensar que a “Lei da Vida” surgiu de uma sociedade que vê tudo como descartável e que torna TUDO, inclusive a vida de um ser humano, comercializável. Dinheiro é o que move o mundo e, infelizmente, sabemos que às vezes o bom senso é totalmente ignorado quando se trata de tirar vantagens nesse quesito. Por mais absurdo que seja, eu consigo sim, enxergar uma crítica e uma analogia da sociedade atual.

Adorei o trio principal (e antes que vocês perguntem já digo que não tem triângulo amoroso!) apesar de ter um pé atrás com o Lev. Vou ser super vaga nesse aspecto porque não dá para falar nada sem dar spoiler! Só te digo que o final é super corajoso e surpreendente!

Resenha: Fragmentados

Você vai gostar se: gosta de distopias, aventura e vários pontos de vista.
Não leia se não gosta de: perseguições, reviravoltas e livros com pouco romance.
Ideias centrais: “doação” de órgãos, fugitivos e distopia.

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Ufa! E não é que eu acabei lendo alguma coisa nessa semana?!

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